Você que é vidrado em cinema ou que apenas curte pegar um cineminha ocasionalmente sentirá em alguns anos uma mudança drástica na experiência de assistir um filme no cinema. E não estou me referindo ao 3D.
Sim, a forma que ouvimos um filme vai mudar drasticamente, devido a mais nova tecnologia desenvolvida pela DOLBY, denominada ATMOS. Esta promete uma imersão sonora extrema, elevando a capacidade do sistema “Surround” para três dimensões. O blog “playanelnacho” explica bem o funcionamento:
“Esta tecnologia capta os sons nos filmes como objetos que estão viajando nesse plano. À medida que os objetos se movem nessa área imaginária, os sons que eles fazem são emitidos através dos falantes do cinema, individualmente, ao invés de em porções”.
Ou seja, poderemos agora ter uma maior profundidade auditiva nos filmes, em que por exemplo, a chuva virá se cima, e não de todos os lados, como é feita hoje em dia.
Quando os primeiros filmes com som começaram a ser exibidos nos cinemas, estes eram mono, que nada mais era do que uma caixa de som atrás da tela. Depois, veio o estéreo, que alocava três falantes atrás da tela e quebrava a trilha sonora em elementos diferentes. Em seguida, um grande (e bota grande nisso) avanço foi o som “surround”, em que se distribuía diversas caixas de som ao redor da sala do cinema, permitindo que a trilha sonora de um filme dividissem a sala em trilhas esquerdas e direitas, então os sonos poderiam se mover de um lado pra outro do ambiente. A consequente evolução do “surround” é o “surround 7.1”, dividindo-se a sala em quatro quadrantes, o que tornava a origem do som ainda mais específica. E agora, com o ATMOS, o cinema é refeito novamente, conforme se vê no vídeo abaixo.
Outra novidade do sistema é que o sistema atual não precisará ser descartado, pois será apenas necessário incorporar caixas de som no teto do cinema, criando uma espécie de doma. E, para fechar com chave de ouro, o sistema automaticamente se adapta a qualquer setup que o cinema estiver operando. Legal, né?
Fonte: Playadelnacho, The Verge.
Quem conhece a marca taiwanesa htc, sabe que qualidade é o seu sobrenome. Sempre desafiando e ousando com novas tecnologias, como o primeiro quad-core a ser lançado num smartphone (a.k.a. Edge) e a primeira interface própria a não gerar reclamações de usuários (htc Sense), por exemplo.
Por mais que as ações da empresa tenham caído 6% na terça-feira recorrente da derrota sobre patentes para a Apple, a “quietly brilliant” mostra seu valor ao longo dos 13 anos de existência em um vídeo muito interessante. Veja e desfrute! =D
Não tenho o que comentar sobre este vídeo. É de longe um dos melhores vídeos que vi neste ano.
Se resume a um pouco de criativiade, alguns cliques e Google Streetview. Fantástico! =D
Address Is Approximate from The Theory on Vimeo.
Depois do original Super Mario Bros, do nintendinho 8 bits, o próximo da série a fazer um sucesso estupendo foi o Super Mario Bros 3, certo? Certo.
Um jogo que ousou demais para a época, pois tinham vários mundos, abrangendo dimensões aquáticas, planícies, polares, desérticas, etc. Os protagonistas VOAVAM temporariamente (claro, por causa da roupa de esquilo, mas voavam). Mas se você tivesse uma asinha com um “P”, você tinha um bônus! Voava eternamente (naquela fase).
Enfim, não vou me ater as qualidades do jogo. Mas pra finalizar, foi um dos jogos que mais joguei com carinho. Quem jogou entende o que estou falando.
Só que hoje tive mais uma surpresa acerca desta maravilha da Nintendo. O jogo na verdade é uma peça teatral na qual o jogador é o espectador! UAT!? É isso mesmo. Lá vai (em inglês).
1. O jogo é apresentado com a abertura das cortinas com sombras ao fundo;
2. Blocos parafusados ao fundo com mais sombras nos bastidores;
3. O término da fase mostrava o fim do espaço do palco;
4. As plataformas estavam penduradas por cabos ao teto.
“Super Mario Bros. 3 nunca aconteceu. Tudo se baseava num espetáculo. Mario nunca esteve em um perigo real. Você (nós) fomos apenas os espectadores”.
Fonte: OMG! Facts
Cá estava fuçando na Internet logo pela manhã quando me deparo com algo inusitado, que na verdade mais parecia com homenagem a dois ícones: automobilístico e cinematográfico.
Tá, vamos por partes. Primeiramente, em 2011 a Volkswagen comemora os 35 anos de um dos maiores carros da história automobilística: Golf. Só que a história não pára aí, porque a Volks sabe o que é marketing, a final de contas, quem não ficou maravilhado com o mini Darth Vader?
Então, para a comemoração da ilustre saga do Volks Golf, a alemã lançou uma sequência de vídeos interessantes, e aí que entra a sacada cinematográfica. Uma homenagem que se baseia numa referência a um dos maiores filmes de aventura que já passou pelos cinemas do mundo todo: De volta para o futuro.
Ah, sinceramente, veja aí. Eu achei fantástico. Ah! Outra coisa, por enquanto só tem 2 vídeos, e provavelmente irão dar sequência, então, relaxe aí e continue acompanhando pela perfil do facebook da Volkswagen UK. Divirta-se!
PERGUNTA DIRETA: O que você pensa sobre o futuro?
Essa é uma pergunta que muitos deviam se questionar. Futuro. Será lá que viveremos (em breve). E, qualquer empresa que se preze, também se questiona desta maneira. Quer exemplos? OK, lhe darei alguns.
Suposto lançamento do “iPhone 5″: absolutamente ninguém sabia como seria o mais novo gadget da Apple até o lançamento dele. Mas diversos designers (se assim posso denomina-los) tentaram imaginar como seria o design dele. Só teve um detalhe, eles foram mais ousados que a Apple.
Propaganda da AT&T de 1993: só acertaram cerca de 90% das previsões.
Atual propaganda da Microsoft imaginando o futuro:
“Vem ni mim”, FUTURO. É num mundo assim que seria interessante de vivermos. A palavra que resume bem o futuro seria imersão. Dentro da tecnologia, lógico. Celulares finos, tablets que se integram às tarefas do cotidiano. Janelas de carro com realidade aumentada, óculos com fones de ouvido que traduzem simultaneamente os idiomas, cozinhas terão mesas Surface com touchscreen, calendários serão sensíveis ao toque, existência de teclados físicos (ufa!), etc.
Só restam dois questionamentos: 1. a quantidade de álcool gel a ser comercializada no futuro será exorbitante; 2. eu tô ansioso para ver ESTE futuro.
Fazia tempo que não me surpreendia tanto com uma notícia. Ainda mais sobre tecnologia e informática. E dessa vez falo sério.
Dando aquela olhada nos feeds, me deparo com um post no ‘Meio Bit‘ falando sobre tablets. A notícia não falava superficialmente sobre tablets, ou iPad, mas sim sobre a superação em números absolutos de tablets sobre netbooks. Incrível, não acha?
No 2º trimestre deste ano, os tablets já superaram os netbooks, sendo 13,6 milhões de tablets contra 7,3 milhões de netbooks. Segundo a matéria do Meio Bit, as projeções para o ano como um todo são de um mercado mundial de 32 milhões de netbooks e 60 milhões de tablets. Desses pelo menos 68% são iPads. Os outros 32% gostariam de ser.
Simples. Isso mostra que a praticidade e portabilidade imperou sobre a “performance”. E sim, performance fica entra aspas, convenhamos.
*OPINIÃO SOBRE TABLETS E “TABLETS“:
Um detalhe sobre as vendas de tablet é que eles englobam TUDO que é fino e que rode um sistema operacional com aplicativos. Só que hoje em dia ainda deve ser separado em duas categorias: iPad e tablets.
Tablets? Sim, android (3.x e 4.0), blackberry tablet os, “kindle fire”, etc. Essa fatia de 32% que gostaria de ser o iPad ainda pode aumentar. Complicado? Claro, pois atualmente o melhor tablet do mercado é da Apple. Fato. Ou seja, a caminhada ainda é longa para esta fatia aumentar, quando se trata do assunto de robustez e performance versus custo.
Antes que me questionem, ainda não tive o prazer de usar um tablet. Mas analisando via youtube alguns reviews, dá pra sentir a superioridade do software iOS. Não tem como negar. Tudo flui como foi programado. É lindo de ver. Já nos reviews sobre androids, não tive a mesma sensação. Infelizmente. Parece que foi algo mal programado, com poucos desenvolvedores para aplicativos e encaixotado num mega hardware, que por sinal é muito superior ao da maçã, mas que como dito previamente, peca no software. E, sinceramente, a minha salvação está para o tablet com windows 8. Já estou até economizando pra comprar no ano que vem (quem sabe…).
Quando as pessoas realmente entenderem o que estão comprando, ou seja, entenderem que não é um mero tablet, mas sim a evolução dos PCs casuais (se assim posso dizer), elas irão adquirir algo que acham bom e confiável, por isso creio que o Google DEVE se espertar de vez com a versão tablet do android 4.0. Por favor, Google, faça algo fantástico, assim como você já está acostumado a fazer (com outras ferramentas).
Fonte: Meio Bit.
Caro, Exmo. Steve Balmer (vulgo, CEO da Microsoft). Venho por meio desta, ah… quer saber de uma coisa? O windows é muito prático, mas ainda falta um “tchãn” pra melhorar ainda mais.
Uma sugestão, encontrada no site Winextra é a solução para o problema de HORAS em cima de uma pós-formatação no PC. Sim, aqueles malditos momentos de ficar baixando os programas necessários para a máquina rodar como queremos. Sim, um site basta. Ele faz tudo para ti. Você simplesmente escolhe o que quer baixar e pronto. Voilà! Baixado e instalado. E detalhe, já atualizado.
O nome da belezinha é NINITE. Abaixo segue uma screenshot dos possíveis programas a baixar no site. Com certeza muitos irão adorar o recurso. E sinceramente, não me espantaria se eu chegasse a encontrar a logomarca da Polishop por lá…
Por que não “converter” este site em um programa? Ou até mesmo fazer este procedimento logo após a instalação do windows? Seria magnífico!
Muito obrigado pela atenção, Steve. Um abraço.
Fonte: Winextra.
E aí, tá liberado agora, cientistas? Posso usar meu celular sem medo de futuramente ter um câncer no cérebro? Bom, estas são algumas das perguntas que estão sendo realizadas ultimamente após a publicação de mais um estudo sobre a relação do uso de celulares (todos os tipos, desde dumbphones a smartphones) e câncer no cérebro.
Talvez você não saiba, mas no dia 31 de maio deste mesmo ano foi publicado um estudo pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), um braço direito da Organização Mundial da Saúde (OMS) que dizia que o celular poderia aumentar o risco de certos tipos de câncer cerebral. Antes deste anúncio, havia sido garantido que a radiação não era relacionada a nenhum efeito nocivo à saúde. Entretanto, segundo a agência Reuters, um grupo de 21 cientistas de 14 países se encontrou para pesquisar e revelou evidências que o uso de celulares deveria ser classificado como “possível fonte de câncer”.
A indústria telefônica se pronunciou alegando que este estudo apresenta dados inconclusivos. Previsível demais.
Aí, ontem, dia 21 de outubro foi publicado um outro estudo sobre o tema. Só que desta vez, o maior estudo já realizado não encontrou nenhuma conexão significativa, por isso as chamadas estão declarando que “não há conexão com câncer” e “celulares não aumentam o risco de câncer”. Não tem como provar o oposto. Fato. Mas também não há uma resposta definitiva acerca do tema.
Segundo o site Lifehacker (que pode ser lido em português no Gizmodo), o último estudo é uma atualização de um estudo nacional na Dinamarca que coletou dados de mais de 350 mil usuários de celulares. Ele não encontrou conexão entre ter um celular e tumores no cérebro ou no sistema nervoso central, mesmo após uma década analisando os donos de celular. Só que analisando mais a fundo este estudo, percebe-se que é mencionado donos de celular, e não o uso deste, pois são condições muito diferentes, sendo assim, falho.
O estudo se baseou na escolha de indivíduos do grupo de controle, deixando de lado usuários corporativos, usuários “compulsivos” e menininhas de 15 anos que não desgrudam do gadget. Brincadeiras a parte, pode-se dizer que o estudo induzido, e ao mesmo tempo inconclusivo.
Como não tem como afirmar nada ainda sobre este tema, lá vai algumas dicas para “prevenir” o problema:
1. usar um “headset” para não usar o celular com as mãos;
2. não usar o celular por longos períodos próximo à cabeça;
3. vide imagem abaixo.
Só me resta fazer uma pergunta: até onde a indústria telefônica deixará este estudo ser realizado sem ser “burlado”?
Fonte: Oficina da Net, Guardian, Gizmodo, Folha.
Quantos sistemas operacionais você conhece? Ou melhor, quantos sistemas operacionais você já usou? É, essa pergunta é assaz melhor. Por que pergunto isso, você deve se indagar. Te entendo, meu caro. São universos distintos, mas que em alguns pontos eles unem, semelhante às representações estatísticas sobre aqueles exemplos de probabilidade, lembra? X alunos gostam de matemática, Y de física e Z de química. U alunos gostam de física e química, e bá bá bá. Lembrou, né?
Então, no mundo dos sistemas operacionais ocorre algo similar, se assim posso lhe dizer. Vou explicar sucintamente: atualmente quando você pensa em sistema operacional você pensa em três desenvolvedoras (e para alguns, pensa na dor de cabeça também), sendo a Apple com o seu MacOS, Microsoft com os seus Windows e Linux com suas inúmeras distribuições.
O que acontece nessa “disputa” é que cada um destes tem um foco diferenciado, apesar de realizarem com maestria as tarefas do cotidiano. Então, já digo de antemão. Neste post não haverá NENHUMA comparação com os sistemas operacionais. Ainda mais sobre as desenvolvedoras.
O foco aqui é mostrar o que tem de interessante na distribuição Fedora 15.
Bom, pra começar, vou contar uma história. Para quem não conhece o Linux, irei tentar desmistifica-lo.
Linux é o termo geralmente utilizado para designar qualquer sistema operacional que utilize o núcleo Linux, em que foi desenvolvido pelo finlandês Linus Torvalds. O seu código fonte está disponível sob licença GPL para qualquer pessoa que utilizar, estudar, modificar e distribuir de acordo com os termos da licença.
Foi inicialmente desenvolvido por grupos de entusiastas em PCs, e posteriormente o sistema Linux passou a ter colaboração de grandes empresas, como a IBM, Sun Microsystems, HP, Red Hat, Novell, Oracle, Google, Mandriva e a Canonical.
No dia 5 de outubro de 1991 Linus Torvalds anunciou a primeira versão “oficial” do núcleo Linux, a versão 0.02. Desde então muitos programadores tem colaborado a fazer do Linux o sistema operacional que é hoje. No início era utilizado por programadores ou só por quem tinha conhecimentos, usavam linhas de comando (terror para muitos até hoje, inclusive para mim). Hoje isso mudou, pois existem diversas empresas que criam os ambientes gráficos, tornando as linhas de comando cada vez mais amigáveis de forma que uma pessoa com poucos conhecimentos consegue usar o Linux.
Desde a introdução do Red Hat Linux em 1994, o Linux e o Red Hat tiveram um crescimento muito grande. O suporte para “hardwares” se tornou mais sofisticado, e o número de usuários e empresas que passaram a usar o Linux cresceu ao redor do mundo.
Só que em 2003, a equipe Red Hat resolveu encerrar o projeto da distribuição e iniciar uma nova, denominada Fedora, com um novo conceito. 8 anos se passaram e ontem adquiri a versão 15 do novo conceito. Confesso que fiquei admirado com o sistema. É bonito, na verdade, bem mais bonito que o Ubuntu. E não utiliza o (duvidoso) Unity como gerenciador de janelas, mas sim o famoso Gnome, estrelando sua nova versão, 3.0.
Antes de continuar, devo falar que as equipes Red Hat e Canonical acertaram em cheio com suas distribuições: Fedora e Ubuntu, respectivamente, e também, não é o foco deste post confrontá-las. Quem sabe, quando eu tiver uma boa base de linux, poderei fazer algo a respeito, mas agora, não.
Continuando… Me considero um usuário hardcore das janelinhas (lê-se Windows, ainda mais na sua 7ª versão, que pra mim é o ápice da Microsoft). Só que sou um tanto curioso. Fico fuçando para descobrir novidades, e ontem (com um pouco de hoje) achei algo bem interessante: Fedora.
Só que me senti barrado logo no início da instalação do sistema, pois como sou meio enjoado, não quis instalar a distribuição com o recurso de instalação via Windows (entende-se este recurso como uma instalação de um programa qualquer no Windows, ou seja, o Linux acaba sendo uma instalação de um sistema operacional dentro de outro. Nossa, isso foi tão Inception!). Algo extremamente simples, porém, há uma leve divergência acerca da velocidade do sistema operacional. Nada que irá ficar lerdo demais, entretanto, pode ficar mais lento. Mas como tenho raiva de lerdeza, resolvi apelar.
Pesquisando sobre como instalar o Fedora com o Windows pré-instalado no HD, acabei encontrando a solução (o que levou um certo tempo). Meu objetivo era de instalar o Fedora junto com o Windows, tendo assim, um dual-boot (ou seja, dois sistemas operacionais no mesmo HD). Tive de reparticionar o HD no próprio Windows. Um recurso muito simples que a equipe do TECMUNDO disponibilizou (clique aqui para ver).
Após ter redimensionado, deixando 13GB livre para o Fedora, instalei, sem NENHUMA DOR DE CABEÇA. Realmente foi fácil, pois durante a instalação há informações sobre cada opção, o que facilita o entendimento do que será feito.
Após sua instalação de (acredite se quiser) 15 MINUTOS, reiniciei o PC e voilà! Splash Screen (ou start-up), vulgo inicialização. Após escolhido o usuário (usuário mesmo, pois no Linux, não é qualquer um que pode ser o administrador do sistema, assim evita do usuário danificar o sistema. Mas se for um usuário “experiente”, pode-se tornar administrador do sistema facilmente) e digitado a senha, adentrei no mundo Fedora e Gnome 3.

Confesso que é bem diferente do que estava acostumado com o Ubuntu e Windows, pois nunca havia usado o Fedora antes. Mas, fuçando, acabei me encontrando. E digo mais, não é nada complicado. É extremamente intuitivo.
Fui logo na seção “Atividades” ver o que tinha por lá. Eis o que encontrei: um menu iniciar muito diferente do usual. Uma barra de ícones logo à esquerda, programas abertos numa barra na parte inferior, um campo de buscas tanto para programas no sistema quanto para buscas online à direita superior, e duas opções à esquerda superior, sendo Janelas e Aplicativos.
As Janelas, são mostrados os programas abertos (maximizados) e as telas de uso à direita.
Os Aplicativos são os programas instalados no sistema, em que no meio se encontram os mesmos, e à direita se encontram as categorias dos programas, para facilitar a busca.
Desde o início do uso do Fedora, não precisei instalar nenhum driver, pois ele detectou ABSOLUTAMENTE TODOS, desde o driver wireless até a placa de vídeo e a webcam. Ou seja, sem dores de cabeça.
Mas tive o primeiro problema: codecs. Bom, pra início, digo que codec é um “dispositivo” que codifica e descodifica arquivos. Sem eles seria impossível ver um vídeo, ouvir uma música ou ver alguma foto, por exemplo. No Windows, a maioria já vem pré-instalado. No Linux não. Após uma longa busca, achei o salvador da pátria. Um programa extremamente leve, de 59kB denominado EasyLife. E este realmente facilita a vida, pois ele faz quase tudo para iniciar tranquilamente o uso do sistema. Com poucos cliques, o usuário seleciona o que o programa irá instalar no sistema. Aqui, após digitado a senha (que por sinal, sempre será pedida quando alguma alteração no sistema for efetuada. Este é um dos mecanismos de segurança do Linux) instalei os codecs de áudio, vídeo, legendas, imagens e formatos de produtividade (word, excel, powerpoint e etc), Flash Player e Skype. Mas tem mais de uma dúzia de ferramentas interessantes. Para quem for usar o Fedora, este é um programa ESSENCIAL! ANOTE AÍ!
Em relação à Internet, o Fedora, assim como várias distribuições do Linux, vem com o Firefox pré-instalado. Aqui, a versão encontra-se na última, 5.0. Exatamente do mesmo jeito que se encontra em outros sistemas operacionais.
Já o “queridinho” Live Messenger, como é da Microsoft não existe no Linux. Então, uma forma é de usar o “Empathy”, que é o mensageiro padrão do Fedora. Ele lembra bastante as versões da “era de ouro” do MSN Messenger, com a barrinha lateral simples. Com funções básicas e objetivas. Simplesmente o usuário deve clicar no programa e uma janela irá acompanhar e descrever todo o processo para conectar ao serviço da Microsoft. Ah, e não é apenas este serviço que o Empathy conecta, pois este é multiprotocolo, ou seja, se você usar o Gtalk, Skype, MSN, Facebook, ICQ e outros, poderá juntar tudo na mesma conta.
O Fedora já vem com um programa para o compartilhamento de torrents, chamado “Transmissor”. Assim como o serviço, o programa também é simples. Clique, escolha a pasta a ficar e espere o download acabar. Sem segredo.
Para quem usa o serviço de armazenamento na núvem (dropbox, por exemplo), também tem como sincronizar pastas no Linux. Pegando o serviço dropbox como exemplo, na seção download, escolha a opção e instale. Como se estivesse no Windows. Como disse, não há segredo algum. Posteriormente, o ícone do dropbox ficará na barra inferior (nas imagens acima dá pra ve-lo na barra inferior).
Em relação a suíte de produtividade, vulgo “Office”, o Fedora 15 tem a novidade de não vir com o Open Office nativo, mas sim o Libre Office 3. Claro, é diferente do Microsoft Office, mas tem leves similaridades, principalmente com a versão 2003 do pacote do Tio Bill (atual Balmer).
Tem também um programa de desenho vetorial, chamado Draw. Sem contar no admirado Gimp, para desenhos também.
Em relação a recursos multimídia o programa nativo de aúdio é o Rythmbox. Também, bem simples de usar e com propriedades básicas, mas bem objetivo.
Para vídeos, tem o Reprodutor de vídeos. Simples e objetivo também.
Para gravação de CDs, DVDs e Blurays tem o Brasero. Muito intuitivo. Também sem segredo.
O Fedora vem com um leitor de PDF nativo também. Então, não se preocupe em querer baixar o adobe reader.
Veredito:
O Fedora 15 é um sistema muito interessante de se usar. Ainda mais agora com a interface do Gnome 3, em que está muito mais atraente em relação a versão anterior (v. 2). Está muito mais intuitivo e funcional. Digo isto pois há uns tempos atrás eu usava o Ubuntu, e lá ainda era o Gnome 2.0, e tinha horas que era bom de usar, mas outras que não muito interessante. Para quem se interessa em descobrir novos sistemas operacionais, recomendo iniciar com o Ubuntu ou o Fedora, pois quase não se usam linhas de comando (até agora).
Fiquei muito surpreso com as melhorias do Gnome 3, com a velocidade de boot e carregamento de programas. Confesso que não esperava tudo isso. Gostei. Mesmo.
Para quem se interessa pela distribuição, clique aqui e baixe a ISO (na seção DVD do Fedora 15 em 32 ou 64 bits) e desfrute! =D





































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